Simples Nacional
Anexo em que a atividade caiu, Fator R do período e a faixa que a empresa vai cruzar se crescer como está crescendo.
Como funciona o SimplesA escolha do regime trava a conta da empresa pelo ano inteiro. Antes de você decidir, simulamos os três cenários com a movimentação real da sua operação.
Não é uma tabela de alíquotas comparada no papel. É a sua movimentação rodada em três cenários.
Anexo em que a atividade caiu, Fator R do período e a faixa que a empresa vai cruzar se crescer como está crescendo.
Como funciona o SimplesPresunção aplicada sobre a receita comparada com a margem que a empresa tem de verdade. Quando as duas se distanciam, o Presumido cobra por lucro que não existiu.
Quando o Presumido vale a penaCrédito que a operação gera mês a mês e hoje não é aproveitado. Em indústria e revenda é onde a diferença costuma ser maior.
Como funciona o Lucro RealComo as atividades estão distribuídas entre os CNPJs, o que é pró-labore e o que é distribuição, e o peso da folha em cada cenário.
Ponta Grossa não tem um perfil de empresa só, e o regime que resolve para uma quebra a margem de outra.
Milhares de itens com regras próprias, venda para outros estados e um giro que carrega crédito. É o tipo de operação em que o Lucro Real costuma ganhar da conta de guardanapo.
São 1.632 unidades locais na cidade, pelo Cadastro Central de Empresas do IBGE com ano-base 2024. Onde há insumo, energia e ativo, há crédito que o regime certo aproveita e o errado joga fora.
As oito cooperativas agropecuárias dos Campos Gerais faturaram R$ 19,2 bilhões em 2025, segundo o Sistema Ocepar. Quem fornece para elas tem sazonalidade e prazo longo, e isso pesa na escolha.
A maior fatia das empresas ativas da cidade. Aqui o jogo é o Fator R: a relação entre folha e faturamento decide o anexo e pode mudar o imposto do mês sem mudar nada na operação.
O que valia como resposta definitiva virou resposta com data. Quem revisa antes decide com folga.
PIS e COFINS dão lugar à CBS, e o imposto estadual e o municipal dão lugar ao IBS. A conta de crédito da sua empresa muda junto, e o momento de descobrir isso não é quando a guia chegar diferente.
O desenho novo é de crédito amplo sobre o que a empresa compra. Operação que hoje acumula custo sem aproveitar nada pode virar operação com crédito, e a comparação entre regimes se inverte.
O recolhimento na liquidação da própria venda antecipa o que hoje sai só no mês seguinte. Escrevemos sobre isso em split payment e o impacto no caixa e em o que muda na revenda agrícola.
O estudo mostra a diferença entre os cenários em reais, com a sua movimentação. Você decide depois de ver o número, não antes.
Quatro etapas, sem trabalho extra para o seu time.
Você conta como a empresa funciona, o que ela vende e para quem. Vinte minutos por WhatsApp ou na nossa sede resolvem essa parte.
Pegamos os arquivos fiscais e a folha dos últimos períodos e reconstruímos a operação como ela é, não como está no papel.
Simples, Presumido e Lucro Real rodados com os seus números, lado a lado, com a diferença anual em reais e o que cada caminho exige de mudança.
Feita a escolha, cuidamos da opção, dos ajustes de cadastro e do que precisa mudar na rotina. Depois acompanhamos, porque margem muda e a resposta certa de hoje não é eterna.
Se o que a sua empresa procura agora é o dinheiro dos anos anteriores, o caminho é a recuperação tributária em Ponta Grossa. Os dois trabalhos conversam e costumam ser feitos juntos.
Rua Siqueira Campos, 303, no Uvaranas. Reuniões presenciais na sede ou online, como for melhor para você.
Este é um dos serviços da nossa contabilidade em Ponta Grossa, e a versão nacional dele está na página de planejamento tributário. Telefone (42) 3227-6824 e WhatsApp (42) 99824-3800, de segunda a sexta, das 8h15 às 18h.
Não, e a diferença é o que sustenta o trabalho. Sonegação é esconder fato que já aconteceu. Planejamento é organizar a operação dentro da lei para que o fato aconteça da forma menos cara, escolhendo regime, estrutura societária e a forma de faturar. Tudo o que fazemos fica registrado e defensável.
O ideal é entre setembro e dezembro, porque a opção pelo regime vale para o ano inteiro e o primeiro recolhimento sela a escolha. Fora dessa janela ainda vale fazer, porque muita coisa não depende do regime, mas o ganho maior está em chegar decidido na virada.
Faz, e às vezes é onde o retorno aparece mais rápido. No Simples a conta muda pelo anexo em que a atividade foi enquadrada e pelo Fator R, que compara folha e faturamento. Enquadramento errado ou Fator R mal calculado cobram caro todo mês, sem ninguém perceber.
Não. Muitas empresas nos procuram só para o estudo e seguem com a contabilidade atual, e isso está tudo bem. Se depois fizer sentido trazer a rotina para cá, cuidamos da transição sem trabalho extra para o seu time.
Depende do porte e de quão organizados estão os arquivos fiscais, mas o diagnóstico inicial sai em poucos dias úteis a partir do momento em que temos acesso aos dados. O estudo completo, com os cenários montados, costuma levar de duas a quatro semanas.
Nada de imediato. A conversa inicial é sobre como a empresa funciona. Depois pedimos acesso aos arquivos fiscais e à folha dos últimos períodos, que é o que alimenta a simulação, e o levantamento é feito pela nossa equipe.
Rodamos os três cenários com a sua movimentação e mostramos a diferença em reais. Gratuito e sem compromisso, na nossa sede no Uvaranas ou online.